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Jequié/BA, 19 de Maio de 2012

Colunas

Adanilton Fonseca Santos (*)

Adanilton Fonseca Santos (*)

Administrador de Empresas, Teólogo, Consultor de Negócios Internacionais.
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LUZ VERMELHA ACESA: A FIOL NA UTI
Com apenas 6% de avanço na sua construção, a Ferrovia Oeste-Leste caminha a passos largos para fazer parte do folclore popular. O jornal Valor Econômico vêem publicando diversas notícias e trazendo informações a respeito do “avanço” de uma das maiores obras de infraestrutura do PAC. As notícias sempre apontam para a lentidão e o que a mesma irá causar em prejuízos para todos os que apostaram no projeto. Fazendo uma equação relacionada ao tempo X construção, podemos apontar para conclusão do trecho que corta Jequié para 2014 – se tudo correr bem -, quando o cronograma original apontava para sua conclusão... [continue lendo]
EU NÃO BEIJEI DAGMAR!
O que você estava fazendo entre os 15 e 17 anos de idade? Pare! Pense! Responda para suas lembranças e suas saudades. Nada é mais saudável e confortante do que retomar seus sonhos e relembrar seus amores da adolescência. A resposta deve vir de dentro d’alma, do âmago de seu ser e da sua plena e total verdade. Não pode ser uma resposta “criada” para atender seus caprichos e sim para atender à sua reconfortante volta ao passado – mesmo que seja por milessimos de segundos – e a delicia de ter outra vez 15 ou 17 anos de... [continue lendo]
Jequié precisa se definir e assumir o papel de liderança na região
Por que estamos estagnados? Uma cidade como Jequié não pode ser refém de grupos ou organizações e muito menos de pessoa física. A cidade é de todos que nela habitam e dela tiram seus sustentos, lazer, segurança, saúde e formação de seus filhos. Portanto, a “Pólis” – cidade – necessita devolver para seus habitantes tudo quanto eles necessitam para ter um bom “habitat Natural” – moradia. Jequié deixou de ser uma cidade interessante para investimentos quando se deixou dominar por grupos familiares que tomaram o poder central e a gestão do município ficou dependendo de tudo que estava concentrado nas... [continue lendo]
QUERO VOLTAR PARA CASA
Vai longe o ano de 1977, este foi o ano da minha partida. Nunca cortei meu cordão umbilical e minha querida Jequié jamais saiu de dentro de mim. A saudade foi minha companheira durante todos estes anos. Não quis Deus que meu retorno fosse breve, eu teria muitos papéis para representar, e assim foi feito. Depois de muito estudar, deixei meu legado quase completo, agora começo a pensar e planejar minha volta pra casa. Posso me considerar um cidadão do mundo, mas jamais deixe de ser um cidadão de Jequié. A minha amada terra eu levei a vários... [continue lendo]
Jequié avança para se tornar uma cidade universitária
Nas últimas décadas, Jequié avançou muito no campo da educação e formação. Num passado não muito distante, os filhos eram enviados para estudarem na Capital do Estado – Salvador. Os custos eram astronômicos e os menos favorecidos ficavam no meio do caminho, com sonhos e planos interrompidos e deixados na longa caminhada da vida. Nas primeiras lutas para atrair uma faculdade muitos se dedicaram ao extremo, em todos os campos; políticos, sociais e laboriais. O êxito foi alcançado. A UESB foi a primeira grande conquista. Muitos profissionais que hoje salvam vidas e transformam projetos de vidas em realidade tiveram seu... [continue lendo]
A DEMOCRACIA DA FEIRA DE JEQUIÉ E OUTRAS PAISAGENS
Estive em Jequié neste final de ano e não poderia deixar de rever os familiares e os lugares por onde meus pés deram seus primeiros passos, onde descobri as delícias do amor e do sexo. Nada, porém, foi mais agradável do que viver a grande democracia da FEIRA. Estive no mercado, logo cedo para tomar o café da manhã – esta prática maravilhosa da vida simples do interior - aproveitei para analisar o espaço mais democrático do mundo. Na feira não existe nenhum preconceito, todos, absolutamente todos, têm o mesmo direito, indepedente de cor, credo, raça ou opção sexual. Todos... [continue lendo]
Jequié, tão rica e tão pobre
Uma cidade com tantas riquezas e ao mesmo tempo extremamente pobre. As riquezas desta cidade estão explicitadas nas suas potencialidades, pouco exploradas e muito mal administradas. A cidade tem riquezas que estampam aos olhos, As poucas coisas que fizeram tornaram-se satisfatórias para os acomodados de sempre. O povo Inexplicavelmente, uma das maiores potencialidades desta cidade tem custo zero e encontra-se disponível a maior parte do tempo. A maior riqueza desta terra é sua gente. No campo cultural, ainda estão por serem explorados muitos dos personagens que fizeram e fazem parte da historia de Jequié. O teatro deixou de ir buscar inspirações... [continue lendo]
PENSAR JEQUIÉ PARA OS PRÓXIMOS 30 ANOS
Um dos fatores de sustentabilidade para um projeto de desenvolvimento contínuo e sustentável é o uso das potencialidades locais e das potencialidades migradouras oriundas de investimentos externos. E quais são essas potencialidades? Energético – O grande potencial energético de Jequié é subutilizado. A cidade tem uma localização e posição geográfica que favorece a criação de energias alternativas, mas sempre foi vista como fonte de energia apenas o lago da Barragem de Pedras, nunca foi pensando um projeto para a exploração da maior riqueza desta terra: O SOL. Este potencial energético e barato jamais foi explorado pelos gestores da cidade. Os... [continue lendo]
Chegou o fim do capitalismo?
Em seu livro “Depois do Capitalismo (2002)”, Seymour Melman traz algumas observações e aponta para o que ocorreria com a economia norte-americana com uma clareza sem precedentes. Ele contesta a afirmação que: “Sob a rubrica da globalização, o Estado norte-americano e os gerentes corporativos construíram a história de capa suprema e em nível mundial para a sua ideologia neoliberal”. Não resta dúvida que a ideologia dominante em questões econômicas seja a ideia de que o mercado e as relações mercadológicas são os fatores governantes da função econômica. Com o fim da Guerra Fria (1991), houve um surto sem precedentes de... [continue lendo]
Jequié, pedaços da sua existência
A noite chuvosa e “irritantemente” fria me leva a uma direção: escrever. Escrever sobre minha amada terra, mas seria redundante de minha parte, simplesmente escrever. Seria simplório, apenas, escrever, então vamos render uma homenagem a uma centenária senhora. Porém, essa homenagem para ter vida, necessito trazer alguns personagens, fatos, causos e causos. A primeira destas “figuras”, não poderia ser outro, senão o “mascate”. Geralmente essa figura era sedutora, cabelos sempre muito bem penteados, calça e camisas – Naycron e Volta ao Mundo – limpas e bem passadas. Trazia consigo a inseparável mala de sola no dorso de uma mula de... [continue lendo]
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