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Jequié/BA, 19 de Maio de 2012

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Jequié: A gestão de Robério Chaves e o enfraquecimento da cultura



21 de Fevereiro de 2012

Robério, Sec. de Cultura e Turismo, já foi um homem forte no governo Luiz Amaral. Foto: Gicult
Robério, Sec. de Cultura e Turismo, já foi um homem forte no governo Luiz Amaral. Foto: Gicult

Algo preocupante está acontecendo na "Cidade Sol". A Secretaria de Cultura e Turismo de Jequié, dirigida pelo Secretário Robério Chaves, começa o ano de 2012 sem perspectiva de cumprir sua missão de fomentar as atividades culturais locais, implementar as políticas de reforço da memória da cidade, como investir no Museu, e da ampliação do conhecimento dos cidadãos, através da melhoria da Biblioteca Central.

Apesar das dificuldades, o último suspiro de existência da Secretaria foi sentido no São João passado. A festa, a principal do município, aconteceu num ambiente de disputa interna com outros secretários. Mantendo a duras penas o caráter cultural do evento, a festa agradou ao grande público, mesmo com o esvaziamento da Vila Junina.

Depois disso, o movimento mais perceptível da Secretaria de Cultura foi o abandono do Centro de Cultura ACM, onde estava instalada, para se acomodar no imóvel anteriormente conhecido como Casa da Itália. Acomodado, Robério não reage diante do enfraquecimento de sua pasta, quase inexistente para o comando governamental, principalmente depois que se colocou como candidato a cargo eletivo em 2012, inclusive para prefeito.

Percebendo esta fragilidade, a Câmara de Vereadores votou uma resolução no início deste ano retirando recursos da cultura, sem reação da base governista e do próprio setor afetado. Como o Secretário não luta pelos projetos, não dialoga com a classe artista e os segmentos culturais do município, até a Secretaria perdeu a legitimidade e se tornou algo desnecessário, aos olhos dos que não valorizam a cultura.

Quase nada acontece nessa área. Os equipamentos, como a Casa da Cultura, estão sem grande de programação estável. Sem manutenção, o Museu pede socorro. Até o Carnaval de marchinhas, que aconteceria neste mês de fevereiro, conforme foi anunciado, ficou nos sonhos alegóricos.

Percebe-se, portanto, que o setor cultural em Jequié chegou ao fundo poço do esquecimento e do abandono, servindo apenas para manter o cargo (e o acordo político) de um gestor que demonstra não ter apoio, habilidade e aptidão para a função neste momento de crise. Fala-se que está havendo boicote interno à Secretaria. Se isto está acontecendo, o dirigente que honra seu nome e tem compromisso com a cultura não aceita ficar no cargo em tais condições.


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André Santos (Jequié) - 24/02/2012
Muito bem Ton, é um direito que o amigo tem de se manifestar. É assim mesmo o que acontece com os que tem coragem de falar o que pensam. Alguns, que antes eram oposição, congestionavam este blog com muitas críticas aos que estavam no poder. Como hoje têm telhado de vidro e rabo de palha, ficam caladinhos.
Candido Requião (de uma Jequié pedindo socorro!!!!) - 24/02/2012
Não faço média com ninguém, mas devo ressaltar que o melhor momento da cultura em nossa cidade foi propiciado pelo cidadão Bené Sena, cujo trabalho foi devotado a elevar as cabeças dos jequieenses ao melhor grau de cultura. É claro que um cidadão como ele não poderia sobreviver na podridão de uma gestão pública como essa que, como bem disse um internauta, consegue superar as espectativas do que poderá ser pior do que esta.
Ewerton Almeida (JEQUIÉ) - 24/02/2012
Ton legal incomoda áqueles satisfeitos com o "status quo", principapçmente por que ele tem independencia para falar, escrever e para assumir e assinar embaixo. Não me omito com as coisas de Jequié, daí participar da sua vida cotidianamente, tenho a certeza que aprendo cada vez mais com essa minha participáção. Não tenho medo de errar e tenho humildade para aprender com quem está certo. Uma coisa porém é certa: TON LEGAL NÃO FOGE A LUTA! Um abração para todos.
Carlos Pereira (Jequié-BA) - 24/02/2012
Partiu do combativo senador gaúcho Pedro Simon a sugestão à presidente Dilma Rousseff para que, a exemplo do que se registrará nos cargos eletivos, institua a aplicação da Lei da Ficha Limpa no Poder Executivo. A presidente, por ora, mantém-se em silêncio, mas, queira-se ou não, esta é a tendência. Não dá para impedir que os sujos, corruptos ou condenados pelos tribunais de contas possam exercer cargos eletivos e terem passagem livre para nomeações federais, estaduais ou municipais em cargos de confiança. Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin pulou à frente e anunciou que, até o final de março, assinará um decreto proibindo fichas sujas no serviço público do Estado. É esse o cerco que se espera para varrer corruptos e assemelhados da vida pública. A lei, de iniciativa popular aprovada pelo Congresso e de igual modo pelo Supremo Tribunal Federal, é a porta de saída para os sujos e de entrada para os limpos no serviço público. Com a decisão de Alckmin, outros governadores o acompanharão - espera-se que também o governador Jaques Wagner aqui na Bahia - e, mais cedo ou mais tarde, Dilma irá também aderir. A imagem que ela persegue passa por uma decisão semelhante. Assim posto, a Lei da Ficha Limpa começa tomar a dimensão que a opinião pública esperava. Em breve, os sujos serão apenas um bloco a vagar e a tentar influir, usando lobby, nas antecâmaras dos poderes da República. Aliás, para não ficar de fora, o CNJ já iniciou um processo de limpeza no Judiciário, também com o beneplácito do STF Fonte: www.bahianoticias.com.br
Carlos Pereira (Jequié-BA) - 24/02/2012
O vereador ou candidato nas próximas eleições de outubro que estiver sem ideias ou for preguiçoso pode adquirir por R$ 19,90 pacotes de projetos de lei pela internet e apresentá-los aos Legislativos municipais como se fossem de sua autoria. Segundo levantamento feito pela Agência Estado, pelo menos três sites oferecem o serviço, com promessas de trabalho personalizado e até mesmo discursos exclusivos. As opções são amplas e incluem setores como esporte, educação, meio ambiente, lazer, proteção ao idoso e à mulher. O autor do site de R$ 19,90 é o mineiro Manoel Amaral. Outras opções possibilitam ao candidato receber cursos sobre lei orçamentária, autorização para a instalação de postos de combustíveis, criação de unidades fiscalizadoras municipais e plano de carreira de servidores. Fonte: www.bahianoticias.com.br
Candido Requião (de uma Jequié, sedenta de cultura.) - 24/02/2012
É, de fato, esse moço, só é um figurante de uma peça sem enredo, como eu previa há muito tempo.
Antonio Machado (jequié) - 23/02/2012
Tom Legal, as frases feitas e o lugar comum.Como será longa esta campanha.
Sergio () - 23/02/2012
Tom porque não te calas?
Roberval Santana (Jequié) - 23/02/2012
Se Robério Chaves não tem apoio porque ele não deixe o cargo como sugeriu Gidásio? É porque ele está usando a Secretaria de Cultura como máquina para se eleger vereador (Que Deus e o povo nos possa livrar deste incompetente ser um edil). Ele não entende da área cultural, trata mal os artistas e não desenvolve nenhuma política cultural séria. É o dinheiro público gasto com o secretário e diretores que não fazem nada de relevante para a cultura de Jequié. Os jequieenses têm que protestar contra essa situação e denunciar no Ministério Público, na imprensa e para o Tribunal de Contas do Município.
Ewerton Almeida (JEQUIÉ) - 23/02/2012
"Democracia é a convivencia com o contrário". As pessoas que fazem parte da vida pública têm que estar preparados para ouvir o contrário. Tudo que eu falei foi errado segundo alguns, estou sempre ausente diz outros. Permitam-me porém fazer a pergunta: Adiantou de que? Algo não funcionou! Sabem por que? A coisa tem que sair do papel,tem que ter persistencia, tem que acreditar. Jequié tá cheio de pessoas bem intencionadas, mas que só tem a iniciativa, infelizmente , inexiste a acabativa. Tudo é politicagem! A politica real não é feita. Todos querem resultado para já. Muito longe de ter ficado insatisfeito com as críticas, eu as absorvi e fiquei deveras satisfeito. Para aqueles que se acham os porretões, vejam o que disse o filóso e pensador inglês Wellington: "Bom senso é melhor do que conhecimentos". Posso caros amigos, não ter o conhecimento de muitos para falar de CULTURA, mas tenho humildade e bom senso para fazê-la caminhar. Estando um pouco ausente, mas nem tanto, por fôrça das circunstâncias, considero-me mais presente que muitos dos eternamente presentes e que sempre andam ausentes.
Tereza Caldas (Jequié) - 23/02/2012
Gostaria de saber o que funciona nessa Prefeitura. A falta de compromisso dessa administração é grande e não sabemos onde vamos parar. Onde está a educação, a cultura, o esporte, o lazer, as obras e tudo? Cadê???????????
André Santos (Jequié) - 23/02/2012
E aí, Bilau e Zé Luis Negão? Desceram a tabica no Conselho de Cultura. Para mim esses Conselhos servem para homologar os sistemas: seja de saúde, educação, cultura, etc. Se a gestão é ruim, sem nenhuma política cultural, política de saúde e política de educação, os Conselhos também são, pois eles não têm o poder de execução de nenhuma dessas políticas. Apenas discutem, analisam as ações a serem implementadas e fazem propostas. Cabe ao Executivo acatar ou não. Como já foi dito: não há metas culturais a se cumprir. Os Conselhos, portanto, tornam-se espelhos desse sistema desorganizado. Já que estão falando em cultura, lembrei de alguns versos da canção "Comida" do grupo Titãs: "a gente não quer só comida / a gente quer comida, diversão e arte". E nesse ensejo, aproveito para cobrar uma atitude do Conselho da Merenda Escolar. Não é possível que as crianças das escolas municipais continuem todos os dias comendo uma merenda de baixa qualidade. E não adianta ninguém aqui ficar com atitudes mesquinhas e fazer retaliações. O dinheiro existe, portanto tenham caridade. Deem uma chance às nossas crianças de se alimentarem com dignidade.
Antonio Machado (Jequié) - 22/02/2012
Quem comenta como se fosse dono da verdade é o próprio Tom. Totalmente por fora de tudo, como ficou claro nos comentários do Claudio e do Serafim Miramar.Quem não sabe rezar......... Nós jequieenses somos caridosos, pacientes, benevolentes com os nossos cidadãos. Existem outros sentimentos para que aceitemos, dando inclusive espaço na midia para Tom Legal? Talvez o de gratidão que ele insiste em cobrar dos seus conterrâneos. O que fica feio porque, parafraseando Jesus devemos fazer com a mão direita sem que a esquerda tome conhecimento, o que significa a mais pura sabedoria e verdadeira doação.Não estou nem incluindo os beneficios auferidos para ele e familia que esta terra generosa concedeu-lhes em retribuição. Agora ele quer mais, ser prefeito pelo PV já que seus velhos companheiros Lomantistas jamais lhe darão legenda.Agora somos obrigados a ouvir Tom Legal, chutando, dando pitaco, em algo que ele ficou de fora por anos e anos. Políticas Públicas para cultura.(me batam uma vitamina de jaca dura)
Serafim Miramar (Jequié) - 22/02/2012
No decrrer destes anos aconteceram: Encontros Territoriais, Conferências Tanto Municipal quanto estadual,abertura de editais, discussão sobre cultura popular, criação do Conselho com muitas reuniões.No decorrer destes anos Tom Legal estava em Salvador,totalmente por fora de tudo o que aconteceu, e agora vem sugerir o óbvio. Chutando teses para os artistas locais sem saber absolutamente de nada. Repetindo uma fala de Deus e o Diabo na Terra do Sol:Te arrespeita Santo Safado.
Cláudio () - 22/02/2012
O amigo Ewerton, se coloca como grande conheceder de políticas públicas. O que soa estranho aos meus ouvidos é ele falar de política cultural. Tem razão Ewerton, quando vc fala que uma política tem que ser discutida a exaustão com todos os interessados que, no caso da cultura, toda a sociedade deveria se interessar. Só discordo do Ewerton quando ele diz que isso nunca aconteceu em Jequié, parece não saber o que diz. É claro que aconteceu e vem acontecendo com as conferências de cultura que vem sendo realizadas e já estamos na V edição, o problema é que os gestores é que não implementam as sugestões da sociedade. Tudo fica apenas no papel. Não me lembro de ter visto o Ewerton em absolutamente nenhuma dessas conferências de cultura. Não sei se é porque agora e, somente agora que ele é candidato declarado a sucessão municipal, resolveu querer sair bem na foto e dá uma de conhecedor e defensor da cultura jequieense, sem saber nem quem são os artistas da terra. Como diz um certo jornalista daqui de Jequié: ME BATA UM ABACATE VIU!!!!!!!!! O SENHOR EWERTON DEVE PROCURAR VOTO COM OUTROS ARGUMENTOS PORQUE POR AQUI, JÁ CHEGA DE TANTO FALATÓRIO EM BUSCA DE VOTO PRA QUERER SE DÁ BEM EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO, DEPOIS QUE GANHAM, TODOS FAZEM O MESMO. DÃO PAU NA CULTURA! MAIS UM DIA ISSO VAI MUDAR. SE DEUS QUIZER! NA MINHA OPINIÃO, O EWERTON DEMONSTRA TOTAL DESCONHECIMENTO SOBRE QUALQUER COISA RELACIONADA A NOSSA CULTURA. O QUE NÃO FAZ UM CANDIDATO HEIN?
Ewerton Almeida (Jequié) - 22/02/2012
O Secretário é um simples Executor de uma Politica Cultural. Se não existe Politica Cultural Participativa, não haverá um bom Secretário de Cultura. Essa Gestão e muitas outras nunca tiveram em Jequié uma verdadeira POLITICA CULTURAL, uma POLITICA discutida a exaustão com todos os interessados. Na politica jequieense vem prevalecendo há vários anos, a falta de discussões, de transparencia, e isso se dá já na escolha dos membros do Conselho de Cultura que tem que ser composto de pessoas que entendam verdadeiramente de Cultura e que estejam dispostas a trabalhar por POLITICA CULTURAL PARTICIPATIVA, nada de donos da verdade.Temos que culpar toda uma estrutura que vem há muito tempo prejudicando Jequié e os jequieenses em vários setores importatantes do nosso município. Essas discussões para se ficar buscando "bodes espiatórios", não leva a nada.
Dea (Jequié) - 22/02/2012
Quando vamos ter novamente editais, projetos mensais, espaços culturais funcionando e tudo mais como aconteceu na época em que Bené Sena e Alison estavam trabalhando na secretaria de cultura? Agora Robério Chaves que se colocou como salvador da pátria parece provar do mesmo fel que serviram ao pessoa antes dele assumir a cultura. Cadê o povo do conselho de cultura? Cadê os artistas que não se unem para cobrar posicionamentos do prefeito? Cadê a câmara de vereadores de Jequié? Não tem como as coisas acontecerem numa cidade em que duas ou três pessoas colocam a cara à tapas e enfrentam a situação. Porque que Robério Chaves não larga o osso dessa secretaria? Qualquer pessoa com o mínimo de dignidade, vergonha na cara e "sangue nos olhos" já teria jogado a m... no ventilador, saído desse governo e entregado essa secretaria que na verdade nunca foi respeitada por Luiz Amaral. Porque falta coragem pra isso? Bom texto de Gidásio!
GIDASIO SILVA (Jequié) - 22/02/2012
Caros leitores, Ao COMENTAR neste espaço, observem as normas de urbanidade e respeite as pessoas, inclusive quem estiver sendo objeto de suas críticas. Evitem, portanto, xingamentos, ataques pessoais e expressões indevidas para um debate público e responsável. Os que não seguirem estas orientações, não terão seus comentários liberados. Outra coisa, se atenham ao conteúdo do texto postado. Desde já, agradecemos a colaboração e compreensão de todos. - Gidasio - editor do GICULT
José Eduardo Monteiro () - 22/02/2012
Salve, salve Benedito Freire Sena. O saúdo com a mais humilde simplicidade do seu ser. Mas você disse tudo em poucas linhas do seu comentário. Não será Robério Chaves, Irailton Santos, Astro Brayner, nem qualquer outro que assumir esta pasta fará um bom trabalho. Se continuar os desmandos do Sr. Pinto Sepúlveda e Zé Boberto, a Cultura de nossa cidade está destruída. A secretaria está em boas mãos, afinal, o quem está "minando" são esses dois (xxx) (Governo e Administração). Salve, salve timoneiro!
Olavo Bras (Jequié) - 22/02/2012
No organismo humano as toxinas determinam a qualidade de vida. Na nossa organização politica-administrativa os Chalaças e Abaporus, o Alcaide a Alcaidessa e o Alcaidessinho, destroem a possibilidade de progresso de uma sociedade. Limpar as organizações politicas administrativas destas figuras ainda deve durar muito.Eduardos, Amarais, Sepúlvedas, Zés Robertos, (roubam) nutrientes, esperanças, como as toxinas sobre as células humanas.O velho ditado : a esperança é a última que morre, não funcionou no governo Luis Amoral.Cada ano foi proporcionalmente pior ao anterior. Sábio foi Bené Sena que soube preservar o seu nome e o seu ideal construido por anos a fio, e nós que gostamos e apreciamos o belo tivemos bons dias quando as (baquetas) da cultura estiveram em suas mãos, especialmente no São João.Os Chalaças, Abaporus, Alcaide, Alcaidessa, Alcaidessinho, não passam de toxinas mergulhados no organismo da Viuva Prefa. Cultura, civilização, elas que se danem para eles.
Samuel () - 22/02/2012
Bené traçou um histórico do processo de criação da Secut de Jequié. Como homem ético não nomina as eminências pardas que boicotam sistematicamente a Secut, basta que o secretario da vez não compactue ou não seja integrante da máfia palaciana. Bené começou a sofre a partir do momento que se recusou a "enxertar" valores no S. João, débitos feitos de boca com fornecedores, não é Srs.? Já Robério passou a ser tratado como inimigo do capo a partir do S. João 2011, quando colocou o dedo no suspiro do superfaturamento de R$136.000,00, é só lembrar o reboliço do pregão realizado pela sec. de adm.
Mário (Jequié-BA) - 22/02/2012
O atual Secretário de Governo, Dr. Luciano Pinto, acabou com Jequié. Dr. Pinto não gosta de incentivos à Cultura. Quem faz CULTURA, "brilha" mais que ele.
André Santos (Jequié) - 21/02/2012
Como diria Zé Cafufa: "Bené dizeu tá dizido." Ainda mais ele que foi secretário desta pasta e sem muita explicação foi posto para fora "quase a pontapés."
Bene Sena (jequié-Ba) - 21/02/2012
De 2005 a 2010 o setor cultural de Jequié experimentou um avanço nunca visto, culminando com o São Xangô Menino, um marco histórico, fruto de todo o processo que começa no governo do prof. Reinaldo Pinheiro. Tudo foi possível em decorrência da presença de pessoas comprometidas e conscientes da importância da Cultura para o desenvolvimento de um povo. Jequié conhece e sabe quem são estas pessoas. De 2005 até 2010: Vila Junina, Biblioteca, Casa da Itália,Palácio das Artes,Conselho de Cultura, Fundo de Cultura,Coral Municipal, reforma da Casa da Cultura, Núcleo de Dança, Núcleo de Educação Musical, Reda da Cultura,Recriação da Secretaria da Cultura pelo prefeito Luis Amaral que se encarregou de destruí-la transformando-a numa simples diretoria. E´bom lembrar, que muita coisa citada acima, foi realizada na época pela Diretoria de Cultura do Governo Reinaldo Pinheiro. Robério Chaves e os seus diretores, passam por um processo que eu passei, gerado por Eminências pardas que comandam um prefeito sem pulso, incompetente, e fraco. Um processo real de desenvolimento cultural, realizado por muitas pessoas de valor foi abortado.
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